<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xsl-stylesheet accept="impressao" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/impressao.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="email" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/email.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="ibest" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/ibest.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="copa2006" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao_copa2006.xsl" noprocess="no"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao.xsl"?>

<Materia>

 <Codigo>2517940</Codigo>

 <MetaData>09:21:21 11/09/2006</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Seg, 11 Set 2006 11:26:38 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[‘O que entra na web fica para sempre’, diz presidente da Fast Search]]></Titulo>
 <PalavrasChave><![CDATA[]]></PalavrasChave>
 <CodigoCanal>30009</CodigoCanal>
 <NomeCanal>Mundo Virtual</NomeCanal>
 <PathCanal>mundovirtual</PathCanal>
 <DataNoticia>09:21 11/09</DataNoticia>
 <MetaDataNoticia>09:21:21 11/09/2006</MetaDataNoticia>

 <StatusFuro>N</StatusFuro>
 <StatusAtualizada>N</StatusAtualizada>
 <AcessoRestrito></AcessoRestrito>
 <DataMateriaAtualizada>11:26 11/09</DataMateriaAtualizada>

 <NomeCredito></NomeCredito>
 <EmailCredito></EmailCredito>
 <NomeFrame>http://paginas.comentarios.ig.com.br/ig/01/38/102/comentarios/2006/09/11/123118.xml</NomeFrame>
 <CodigoArvore>123118</CodigoArvore>
 <StatusAutenticacao>S</StatusAutenticacao>

 <NomeFonte><![CDATA[Agência Estado]]></NomeFonte>
 <URLFonte>http://www.agenciaestado.com.br</URLFonte>
 <ImagemFonte>http://images.ig.com.br/ultimosegundo/site/fontes/agencia_estado.jpg</ImagemFonte>
 <DescricaoFonte><![CDATA[]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[Se você digitar "John Markus Lervik" em buscadores como o Google ou o Yahoo, encontrará dezenas de referências sobre o seu trabalho como presidente da empresa norueguesa Fast Search &amp; Transfer, especializada em ferramentas de busca para o mercado corporativo. Apenas isso. Não vão aparecer informações pessoais sobre o executivo, nem mesmo em norueguês. Lervik toma um cuidado especial com o que põe na rede, porque, segundo ele, o que cai na web corre o risco de não desaparecer jamais. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[O executivo, que veio ao Brasil no mês passado, fica impressionado com a quantidade de dados que as pessoas divulgam na internet. "Se você olhar o MySpace (uma comunidade virtual), muitos jovens colocam um monte de informações e fotos sem pensar muito que essas coisas nunca vão desaparecer", ressalta. "Se você imprime uma foto sua, pode queimá-la e destruí-la para sempre. Mas se ela está na internet, alguém pode fazer uma cópia e a imagem não vai sumir nunca".<BR><BR>Não é só isso. Várias empresas costumam armazenar cópias de milhões de home pages nos seus computadores. Claro que muitos dados - ainda que pessoais - não oferecem nenhum tipo de perigo, mas outros podem trazer complicações. Uma foto sua pode ser resgatada e usada em uma montagem feita por sua ex-namorada ou por seu ex-namorado, por exemplo, com a intenção de se vingar. E imagens e vídeos dos seus filhos podem parar nas mãos de um pedófilo - mesmo que você tome o cuidado de apagar tudo da rede, alguém pode ter gravado antes. "Aprender a lidar com a internet será um desafio para nós pelos próximos 30 anos", acredita.<BR><BR>Lervik conta uma história real para mostrar como algumas informações disponíveis online podem render problemas tempos depois. "Há alguns anos eu tinha de entrevistar uma pessoa para uma vaga de emprego", lembra. O executivo então entrou em um buscador e digitou o nome completo do candidato. Encontrou uma referência no mínimo inusitada. "Um site dizia que essa pessoa tinha visitado um satanista em São Francisco e pagou US$ 30 para que cortassem a cabeça de um cordeiro - ou algo parecido. Ela ficou chocada quando mencionei o fato."<BR><BR>Essa enorme quantidade de dados sobre milhões de pessoas, no entanto, também pode ser usada para o bem. <BR><BR>A empresa de Lervik criou ferramentas capazes de buscar conteúdos ilícitos e indícios de atividades criminosas em uma quantidade inimaginável de páginas da internet. O uso desses buscadores está restrito a policiais e agentes do serviço secreto de vários países, que ele não pode identificar por motivos óbvios.<BR><BR>Como procurar bandidos virtuais digitando palavras-chave está mais para encontrar uma agulha em um palheiro, os mecanismos desenvolvidos pela Fast vasculham a web automaticamente e disparam alertas sempre que identificam alguma atividade suspeita. "Isso inclui pessoas vendendo carros roubados, terroristas que usam a rede para trocar informações e pedófilos", diz. <BR><BR>Dá até para tentar resgatar informações ou arquivos pessoais em poder de criminosos, mas, nesses casos, nada garante que outros bandidos já tenham copiado tudo. Por isso, é melhor prevenir.<BR><BR>Tomar cuidado não significa ter de se afastar totalmente da rede. Para Lervik, a possibilidade de usar a internet para encontrar pessoas com os mesmos interesses deve ser cultivada. "Deve haver umas 50 pessoas interessadas em flyfishing no Brasil (modalidade de pesca que usa iscas artificiais em forma de moscas)", pondera. "Se esses especialistas trocarem informações entre si, haverá mais dados na web sobre tópicos especializados. O conteúdo gerado por usuários é muito bom também em resenhas, como avaliações de hotéis, produtos e restaurantes. Isso nos ajuda, como consumidores, a tomar decisões melhores."<BR><BR>O executivo não encara apenas a internet com essa visão pragmática. Sua vida digital também está pautada por essa concepção. "Eu não sou o tipo de pessoa que você verá usando muitos aparelhos eletrônicos", confessa. "Sou bastante prático em relação ao que eu preciso." Por isso, ele usa um notebook e um celular para estar disponível sempre que viaja.<BR><BR>Em casa, Lervik conta com tecnologia capaz de tornar sua música disponível em qualquer um dos cômodos. A Fast, aliás, está desenvolvendo um mecanismo que permitirá a qualquer pessoa acessar todas as suas canções com qualquer aparelho eletrônico (PC, celular, TV), de qualquer lugar. Bastará uma conexão de banda larga.<BR><BR>Quer detalhes? Só quando a idéia estiver madura. Coisas de um norueguês incrivelmente reservado. As informações estão na edição de hoje de O Estado de S. Paulo/Informática <BR>]]></Texto>

 <FotoPrincipal></FotoPrincipal>
 <AlturaFotoPrincipal></AlturaFotoPrincipal>
 <LarguraFotoPrincipal></LarguraFotoPrincipal>
 <LegendaFotoPrincipal><![CDATA[]]></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal></CreditoFotoPrincipal>

 <FotoCorpoMateriaDireita></FotoCorpoMateriaDireita>
 <AlturaFotoCorpoMateriaDireita></AlturaFotoCorpoMateriaDireita>
 <LarguraFotoCorpoMateriaDireita></LarguraFotoCorpoMateriaDireita>
 <LegendaFotoCorpoMateriaDireita></LegendaFotoCorpoMateriaDireita>
 <CreditoFotoCorpoMateriaDireita></CreditoFotoCorpoMateriaDireita>

 <FotoCorpoMateriaEsquerda></FotoCorpoMateriaEsquerda>
 <AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda></AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda></LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda></LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda></CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda>

 <Multimidia>

  <Infografico>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Infografico>

  <Galeria>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Galeria>

  <Video formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Video formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Audio formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

  <Audio formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

 </Multimidia>

 <MateriasRelacionadas></MateriasRelacionadas>

</Materia>
