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 <DataGeracaoArquivo>Qui, 6 Abr 2006 20:24:02 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Best-seller "Quando Nietzsche Chorou" chega aos palcos]]></Titulo>
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 <NomeCredito>Aplauso Brasil</NomeCredito>
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 <Olho><![CDATA[<P>SÃO PAULO – Pode parecer oportunismo, mas quem conhece bem o ator Nelson Baskerville sabe que sua paixão pelo romance de Irvin D. Yalom, escrito em 1992, é bem anterior a “Quando Nietzsche Chorou” - cuja peça homônima chega ao palco do Teatro Imprensa - tornar-se um best-seller. Baskerville contaminou Ulisses Cohn, quem assina a direção, com o desejo de encenar a obra e, ao lado do ator Cássio Scapin, dá vida aos personagens de Yalom, numa produção assinada pela CIE Brasil (a mesma de “O Fantasma da Ópera”).</P>
<UL>
<LI>Leia mais no <A href="http://www.aplausobrasil.com.br/">Aplauso Brasil</A></LI></UL>]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<P>Com mais de 200 mil exemplares vendidos no Brasil, “Quando Nietzsche Chorou” traz um suposto encontro entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (Cássio Scapin) e o médico vienense Josef Breuer (Nelson Baskerville), professor e mentor de Freud (Flávio Tolezani). Na Viena do século 19, em meio à ebulição intelectual da época e às vésperas do nascimento da psicanálise, o revolucionário filósofo alemão Friedrich Nietzsche está no limite do desespero, com impulsos suicidas, incapaz de encontrar a cura para as insuportáveis enxaquecas e convulsões que o afligem.</P>
<P>Nessa mesma época, Josef Breuer está envolvido numa atmosfera de glórias e fracassos, após ter tratado de uma paciente com seu novo método de tratamento, a “terapia através da conversa”. O que deveria ser seu melhor momento se revela num grande tormento – ele tem obsessivas fantasias sexuais com Anna O., sua paciente e, em decorrência disso, sofre de insônia e pesadelos, além de uma crise matrimonial (é casado com Mathilde, interpretada por Lígia Cortez) e profissional em decorrência do fracasso do seu tratamento e ao envolvimento emocional e atração sexual mútua entre ele e Anna O. (codinome para sua&nbsp; paciente Bertha)</P>
<P>De férias em Veneza, Breuer é procurado pela jovem russa Lou Salomé (Ana Paula Arosio), amiga de Nietzsche, com quem teve uma tumultuada e impossível relação amorosa. Lou procura Breuer para lhe pedir um favor: tratar seu amigo Nietzsche de suas crises de enxaqueca, do seu desespero, depressão e impulsos suicidas. O filósofo alemão já tentara tratamento com dezenas de médicos em toda a Europa sem resultado clínico, e quase sempre seu orgulho e a natureza de seu sofrimento se configurariam em obstáculos intransponíveis ao tratamento.</P>
<P>Estas duas personalidades vão se encontrar, conhecer uma à outra e, principalmente, conhecer-se a si próprias. Deste encontro surge um primordial/fictício tratamento psicanalítico, no qual muitas das questões da relação analista/analisando são trazidas por meio do embate entre as posturas filosóficas de Nietzsche e a visão de mundo de Breuer, de uma forma extremamente humana e próxima. Quando Nietzsche Chorou une realidade e ficção, drama existencial e suspense, numa surpreendente trama sobre amor, auto-conhecimento e amizade. </P>
<P>Com elenco formado por Cássio Scapin e Nelson Baskerville, participação especial em vídeo de Ana Paula Arosio, Lígia Cortez e Flávio Tolezani, direção de Ulisses Cohn, trilha sonora de Aline Meyer, iluminação de Wagner Freire, figurino de Fábio Namatame, a peça “Quando Nietzsche Chorou” é a mais nova realização da CIE Brasil.</P>
<P><STRONG>QUANDO NIETZSCHE CHOROU</STRONG> – Estréia dia 6 de abril, quinta-feira, às 21 horas, no Teatro Imprensa. Texto original – Irvin D. Yalom. Adaptação – Ulisses Cohn e Nelson Baskerville. Direção – Ulisses Cohn. Elenco – Cássio Scapin e Nelson Baskerville. Participação especial em vídeo – Ana Paula Arosio, Lígia Cortez e Flávio Tolezani. Cenário – Ulisses Cohn. Trilha sonora – Aline Meyer. Figurino – Fábio Namatame. Iluminação – Wagner Freire. Direção de vídeo – Christine Liu. Produção – Selma Morente e Célia Forte. Temporada – Quintas, sextas e sábados, às 21 horas e domingos às 19 horas. Ingressos – R$ 50,00 (quintas e sextas-feiras) e R$ 60,00 (sábados e domingos). Meia-entrada para estudantes. Duração – 120 minutos. Censura – 14 anos. Até 6 de agosto.</P>
<P>Teatro Imprensa - rua Jaceguai, 400 - Bela Vista - São Paulo. Informações: (11) 3241 4203. Capacidade – 500 lugares e 7 espaços para deficientes físicos . Aceita cartões de crédito e débito. Bilheteria – terças e quartas, das 14h às 19h. Dias de espetáculo – das 14h até o início da apresentação. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado.</P>]]></Texto>

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 <LegendaFotoPrincipal><![CDATA[Os atores Cássio Scapin e Nelson Baskerville]]></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal>João Caldas</CreditoFotoPrincipal>

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