Segundo imprensa italiana, corpo de menina de cinco anos estaria entre os achados em navio que naufragou na Itália em janeiro

Mergulhadores encontraram nesta quarta-feira mais quatro corpos de vítimas do naufrágio do navio Costa Concordia , que aconteceu no mês passado na Itália. Jornais locais afirmaram que entre os corpos encontrados está o de uma menina de 5 anos, Dayaba Arlotti.

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Neve cobre telhados das casas próximas à costa da ilha de Giglio, onde está naufragado navio Costa Concordia (12/02)
AP
Neve cobre telhados das casas próximas à costa da ilha de Giglio, onde está naufragado navio Costa Concordia (12/02)
De acordo com autoridades italianas, os corpos, encontrados na parte submersa do navio, ainda não foram retirados do local. Até agora, 17 corpos tinham sido resgatados e 15 pessoas ainda eram registradas como desaparecidos.

Com as vítimas encontradas nesta quarta-feira, o número de mortos sobe para 21.

O navio, que levava 4.229 a bordo, bateu em uma rocha e tombou no dia 13 de janeiro perto da ilha de Giglio, na região da Toscana.

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O navio, que levava 4.229 a bordo, bateu em uma rocha e tombou no dia 13 de janeiro perto da ilha de Giglio, na região da Toscana.

O capitão do Costa Concordia, Francesco Schettino , foi detido um dia depois do acidente.

Ele é acusado de homicídio culposo múltiplo (sem intenção de matar), naufrágio e abandono do navio, crimes pelos quais pode ser condenado a até 15 anos de prisão. O capitão nega as acusações.

O responsável pela Defesa Civil italiana, Franco Gabrielli, estimou no início de fevereiro que serão necessários de sete a dez meses para retirar o Costa Concordia do local onde naufragou.

Gabrielli explicou que levará dois meses para avaliar o que fazer com o cruzeiro, se será possível desmanchá-lo em frente à ilha de Giglio ou rebocá-lo inteiro para local mais seguro. Depois dessa análise, trabalha-se com a estimativa de sete a dez meses para a operação de retirada.

No momento são realizadas operações para remover os 500 mil galões de combustível do navio. A empresa especialista Smit, da Holanda, está subervisionando a operação, junto a outro parceiro italiano.

Com AP e BBC

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