Na terça, grupo prometeu executar jornalista japonês e piloto jordaniano, caso suas exigências não sejam atendidas

Agência Brasil

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, classificou como "absolutamente desprezíveis" as ameaças do Estado Islâmico nesta quarta-feira (28).

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Na terça, os terroristas prometeram executar em até 24 horas um jornalista japonês e um piloto jordaniano caso Amã não liberte uma iraquiana condenada à morte.

"Estas ameaças são completamente desprezíveis", disse Shinzo Abe a jornalistas.

O chefe do governo japonês acrescentou também sentir "profunda indignação", pois a situação é difícil. Apelou a todos os ministros para "atuarem juntos para a libertação de [Kenji] Goto", o jornalista feito refém pelos jihadistas.

Em vídeo divulgado ontem, o grupo terrorista ameaçou matar em 24 horas o jornalista japonês e o piloto jordaniano. Para evitar os assassinatos, exige que as autoridades de Amã libertem uma iraquiana presa e condenada à morte por atos de terrorismo. No vídeo, Kenji Goto aparece segurando uma foto do piloto Maaz Al Kassasbeh.

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