Candidato à presidência, Fernando Villavicencio foi assassinado a tiros durante ato político em Quito, capital do Equador
Reprodução / Instagram @ fernandovillavicencioec - 07.08.2023
Candidato à presidência, Fernando Villavicencio foi assassinado a tiros durante ato político em Quito, capital do Equador

A viúva de Fernando Villavicencio, o  candidato à Presidência do Equador assassinado a tiros durante comício eleitoral no país, sofreu um atentado nessa quarta-feira (27). Verónica Sarauz foi abordada por um criminoso armado quando estava em Quito, capital do Equador.

No momento, ela estava em um carro, quando o bandido tentou atacá-la, afirmou Christian Zurita, que substituiu  Villavicencio na chapa para a corrida presidencial.

Um homem estrangeiro foi preso suspeito do crime. Ele estava em uma moto e portava uma arma, de acordo com a polícia local. Segundo Zurita, o responsável pelo ataque é venezuelano.

O caso foi descrito pela polícia como "um procedimento isolado".

Relembre o caso

Fernando Villavicencio foi atingindo por tiros ao ser assassinado durante ato político na capital do país em 9 de agosto.

Ao menos nove pessoas ficaram feridas durante o atentado e  seis colombianos foram presos pelo crime. Outro homem acusado de atirar contra Villavicencio morreu no confronto com um dos seguranças do político.

facção criminosa Los Lobos reivindicou a autoria do assassinato.

Horas após o ataque, o presidente do Equador, Guillermo Lasso,  decretou estado de exceção no país e manteve as eleições presidenciais para o dia 20 de agosto.

Zurita substituiu Villavicencio no pleito e ficou em terceiro lugar nas eleições, obtendo 16% dos votos. O  segundo turno, que acontece em 15 de outubro, será disputado pela esquerdista Luisa González (34%) e pelo direitista Daniel Noboa (23%).

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