Olaf Scholz, chanceler da Alemanha
Photothek/ Twitter @OlafScholz
Olaf Scholz, chanceler da Alemanha

A Alemanha vai enviar mil armas antitanque e 500 mísseis para reforçar o exército ucraniano. Desde quinta-feira (24), a Ucrânia é bombardeada pela Rússia , que tem um exército maior e mais munições.


"A invasão russa da Ucrânia marca um ponto de mudança. É nosso dever fazer o melhor para apoiar a Ucrânia na defesa contra o exército invasor de Putin", disse o chanceler alemão Olaf Scholz, no Twitter, neste sábado (26). A ajuda da Alemanha também reverte a  proibição da venda de armas para países em conflito.


A Ucrânia é atacada porque o presidente russo, Vladimir Putin, não aceita sua entrada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Se integrar à aliança militar do Ocidente foi um desejo manifestado pelo atual governo ucraniano, país geograficamente localizado ao lado da Rússia, que se opõe à Otan.


Em meio aos ataques, a expectativa do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, é de que as tropas russas tentem tomar a capital do país , Kiev, nesta noite.

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Mas a resistência ucraniana agora conta com apoio de vários países . Além da Alemanha, outros vizinhos europeus anunciaram o envio de recursos.

De acordo com a CNN Brasil, a República Tcheca vai enviar armas no valor de mais de US$ 8,5 milhões para um "local de escolha dos ucranianos". “O governo aprovou um carregamento de armas para a Ucrânia. Estamos enviando metralhadoras, rifles de precisão, pistolas e suas munições correspondentes, avaliadas em CZK 188 milhões”, escreveu no Twiiter o primeiro-ministro tcheco, Petr Fiala. Outros reforços divulgados são dos governos da Holanda e de Portugal.

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