Armamento de guerra
Reprodução: redes sociais - 19/04/2022
Armamento de guerra

Os Estados Unidos anunciaram o envio de mais quatro sistemas de mísseis de alta mobilidade (Himars) e munições para a  Ucrânia no próximo pacote de assistência em segurança, disse o secretário de Defesa, Lloyd Austin, nesta quarta-feira (20). O pacote será oficializado por Washington ainda nesta semana.

Conforme o chefe do Pentágono, esse será o 16º envio de equipamentos militares para Kiev feito pelos EUA desde agosto de 2021, quando a Rússia começou a intensificar exercícios com suas tropas nas fronteiras ucranianas.

"Os M142 Himars estão sendo utilizados de maneira eficaz pelos ucranianos e eles estão fazendo a diferença no campo de batalha", acrescentou Austin, destacando que os norte-americanos já enviaram "mais de US$ 2,6 bilhões em assistência militar à Ucrânia".

O envio dos Himars, segundo o  presidente Volodymyr Zelensky informou nesta semana, conseguiu "estabilizar a situação" porque os mísseis disparados por eles "atingem cirurgicamente os postos de controle e os depósitos de munições e inimigos" dos russos nas cidades ocupadas ao sul e ao leste da Ucrânia.

O sistema de lançamento de mísseis é considerado um dos mais precisos que existem e, por serem altamente móveis, são difíceis de serem destruídos. Eles ainda têm a vantagem de não serem detectados por radares. Os Himars têm a base de lançamento montadas em veículos blindados. Segundo informações oficiais, a Ucrânia dispõe de 12 equipamentos do tipo.

A confirmação do novo pacote de segurança por Austin vem na linha do que o porta-voz do Departamento de Defesa, John Kirby, afirmou nesta terça-feira (19), de que Washington "continuará a ajudar a Ucrânia a se defender".

Além disso, Kirby confirmou que os EUA devem fazer um novo pacote de sanções contra Moscou se os russos começarem a fazer "referendos falsos" para dizer que a população ucraniana das cidades ocupadas querem ser parte da Rússia.

O governo norte-americano trabalha com a possibilidade de que os russos tentem anexar Kherson e Zaporizhzhia, no sul, e Donetsk e Lugansk, já em setembro.

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