Queiroz não resistiu à prisão
Polícia Civil / Rede Globo / Reprodução
Queiroz não resistiu à prisão

A operação que prendeu o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz na manhã desta quinta-feira (18) foi batizada pelos investigadores de "Operação Anjo". O GLOBO apurou que o nome foi dado por causa do apelido do advogado Frederick Wassef . Ele era chamado de "Anjo" pelo clã bolsonarista na intimidade.

Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, em um endereço que é identificado como um escritório de Wassef . O advogado representa Flávio no procedimento de investigação do MP.

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A operação que prendeu Queiroz é conjunta do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Civil de São Paulo denominada Anjo. Ele e o senador são investigados pelo esquema da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio.

Delegado da Polícia Civil responsável pela operação que prendeu Queiroz, Osvaldo Nico Gonçalves afirmou à GloboNews que o portão da casa foi arrombado. Ele disse, aindam que o caseiro da residência afirmou que Queiroz morava há cerca de um ano no local . Foram apreendidos dois celulares e documentos e um pequeno valor em dinheiro. Ele estava sozinho na casa.

O MP do Rio também cumpre mandados de busca e apreensão em diversos endereços da capital. Ele foram expedidos em uma decisão de 46 páginas do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do TJ do Rio. Foi decretado segredo de justiça no caso. Um dos mandados foi cumprido na casa de Bento Ribeiro, escritório político da família Bolsonaro.

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