dois homens fazendo sinal de mãozinha
Reprodução
Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro

O local de prisão do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz , uma casa de propriedade do advogado Frederick Wasseff, localizada em Atibaia, no interior de São Paulo, era monitorada pela polícia civil há pelo menos 10 dias. A informação foi dada ao programa Bom Dia São Paulo na manhã desta quinta-feira (18), poucos minutos após a prisão.

Frederick Wasseff é advogado do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), para quem Queiroz trabalhou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Uma possível “rachadinha” que teria desviado R$ 1,2 milhão em verbas parlamentares no período em que o ex-assessor trabalhava para o filho de Jair Bolsonaro é investigada.

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Segundo o delegado responsável pelo caso, os agentes da polícia precisaram arrombar o portão e a porta da da casa na qual Queiroz estava. No período em que o imóvel foi monitorado, agentes da polícia desconfiaram da movimentação no local, que estaria, teoricamente, vazio. Queiroz não saiu da casa em nenhum momento ao longo do período de 10 dias. Ele não resistiu à prisão, mas afirmou estar muito doente.

Segundo a coluna Radar, da revista Veja, além de prender Fabrício, os oficiais também apreenderam dois aparelhos de celular que estavam com o ex-assessor e documentos que eram guardados por ele no local.

Queiroz foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, onde fez exame de corpo de delito. Em seguida, ele foi encaminhado à sede da Polícia Civil do estado. De lá, ele deve ser encaminhado à cidade do Rio de Janeiro. A “Operação Anjo”, que investiga diversos repasses ilegais na Alerj, também cumpre medidas contra o servidor da Alerj Matheus Azeredo Coutinho; ex-funcionários Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins; e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

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