Invasão no dia 8 de janeiro
Reprodução: Agência Brasil
Invasão no dia 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal ( STF ) teve maioria de votos para tornar em réus mais 245 denunciados por participar dos atos golpistas registrados em 8 de janeiro deste ano, em Brasília . Na ocasião, os responsáveis vandalizaram e depredaram as sedes dos prédios dos Três Poderes.

Neste quarto bloco de denúncias, a Corte inicialmente julgaria 250 casos, mas cinco casos foram retirados de análise por problemas técnicos do plenário virtual. Eles serão julgados em breve. Portanto, a maioria votou por transformar em réus 795 no total até o momento.

O quinto bloco começará a ser julgado a partir das 0h desta segunda-feira, com mais 250 denúncias. Se a votação for a favor, serão 1.050 denunciados que se tornarão réus por envolvimento na invasão golpista. O julgamento termina às 23h59 do dia 22 de maio.

Até a manhã desta segunda-feira (15), os ministros que votaram a favor foram: Alexandre de Moraes (relator), Dias Toffoli, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin. Assim como nos outros blocos, os ministros Nunes Marques e André Mendonça divergiram dos demais.

Os denunciados pelos ataques são acusados dos crimes de associação criminosa armada; abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado.


8 de janeiro

Na tarde do dia 8 de janeiro, após manifestantes invadirem e vandalizarem os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF ), em Brasília, os edifícios públicos da capital ficaram completamente depredados. Na ocasião, instalações foram quebradas, câmeras de segurança arrancadas e destruídas e a fiação foi exposta.

Os invasores destruíram, inclusive,  parte importante do acervo artístico e arquitetônico ali reunido e que "representa um capítulo importante da história nacional", conforme nota emitida pelo Palácio do Planalto.

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