Presidente Jair Bolsonaro
Isac Nóbrega/ PR
Presidente Jair Bolsonaro


Após a defesa do ex-ministro Sergio Moro questionar o depoimento prestado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à Polícia Federal (PF) , a Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu a oitiva do chefe do Executivo nacional.


Em manifestação feita nesta quinta-feira (11), o advogado-geral Bruno Bianco Legal, o secretário adjunto de Contencioso, Adriano Martins de Paiva, e o adjunto do AGU, Bruno Luiz Dantas de Araújo Rosa, argumentaram que a presença dos advogados de Moro não era necessária. “Não ostenta o senhor Sergio Moro a qualidade de ator processual que lhe assegure prerrogativas de ampla participação na investigação, sob pena de investir os patronos em poderes próprios de delegado condutor”, defenderam, segundo o Poder360.


A discussão se refere ao inquérito que apura a suposta interferência de Bolsonaro no comando da PF, acusação feita por Moro quando se demitiu do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril do ano passado.



O depoimento agora questionado foi realizado no último dia 3 e Bolsonaro negou que tenha tentado interferir na Polícia Federal . Moro cobra um posicionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a ausência de sua defesa na ocasião. Seus representantes apontam, inclusive, que a AGU esteve presente quando foi o ministro a depor aos agentes da corporação.

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