Ex-Diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias. Segundo representante da Davati, pedido de propina teria partido dele
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL
Ex-Diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias. Segundo representante da Davati, pedido de propina teria partido dele

O governo Bolsonaro mostrou pressa e, no dia seguinte ao pedido de propina de US$ 1 por dose da vacina da AstraZeneca , propôs nova reunião dentro de um intervalo de 4 horas com o representante da Davati Medical Supply — empresa que ofereceu 400 milhões de doses do imunizante ao governo brasileiro. As informações são do jornalista Octávio Guedes, da Globonews.

Segundo o representante da Davati, o pedido de propina partiu do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde,  Roberto Dias Ferreira, que foi exonerado na manhã desta quarta-feira (30).

O blog do jornalista Octávio Guedes obteve acesso ao documento. Nele, o Ministério da Saúde manifesta "total interesse na aquisição das vacinas desde que atendidos todos os requisitos exigidos". (veja abaixo).

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E-mail do Ministério da Saúde em resposta à proposta da Davati
REPRODUÇÃO G1
E-mail do Ministério da Saúde em resposta à proposta da Davati


O ex-secretário do Ministério da Saúde foi uma indicação de Ricardo Barros (Progressistas-PR), líder do governo Bolsoanaro na Câmara. Barros é  acusado de também atuar para a assinatura de contrato com suspeitas de irregularidades para a compra da vacina indiana Covaxin.


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