Bruno Covas (PSDB) foi eleito para mais quatro anos de mandato
Patrícia Cruz/Divulgação
Bruno Covas (PSDB) foi eleito para mais quatro anos de mandato

O eleito para o comando da Prefeitura de São Paulo Bruno Covas (PSDB), vai ter mais vereadores na Câmara Municipal  dos partidos que fazem parte de sua coligação do que teve seu antecessor e padrinho político João Doria (PSDB). O aumento de aliados no Legislativo subiu de 23 para 25, em um total de 55 parlamentares. Vale lembrar que Doria deixou o cargo de prefeito para disputar as eleições para governador em 2018.

Apesar do aumento, Covas ainda vai precisar negociar com uma oposição - que ganhou força nessas eleições - para que as pautas de seu governo avancem a partir de janeiro de 2021.

Além do próprio PSDB, que elegeu oito vereadores, fazem parte da base de apoio do prefeito eleito o MDB, partido de seu vice Ricardo Nunes e que teve três vereadores eleitos, DEM (6), Podemos (3), PL (2), PP (1), PSC (1), PV (1), Cidadania (nenhum), PTC (nenhum) e Pros (nenhum).

O PSOL, por exemplo, que tradicionalmente faz oposição a governos tucanos, elegeu seis vereadores este ano. Em 2016, os vereadores eleitos pela sigla foram dois. Junto com o PT, que levou oito de seus candidatos à Câmara, um a menos que em 2016, a oposição forma um grupo de 14 parlamentares.

Mais partidos, menos vereadores

Para este ano, Covas montou uma coligação com 11 partidos. Há quatro anos, o ex-prefeito João Doria tinha 13 legendas aliadas. Mesmo com um número de siglas maior, o número de vereadores eleitos em 2016 foi menor.

Os partidos que se aliaram ao atual governador foram DEM, que elegeu quatro vereadores, PSB (3), PV (2), PTN (1), PP (1), PHS (1), PMB, PPS, PSL, PT do B, PRP e PTC — todos sem nenhum vereador eleito.

Em compensação, PT e PSOL juntos também tinham menos representantes, com nove e dois parlamentares, respectivamente, somando 11 vereadores.

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