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Segundo Otávio do Rêgo Barros, o governo também não vai aturar para impedir a votação do decreto de armas na Câmara nesta terça-feira (25)

Jair Bolsonaro segurando uma arma
Reprodução/Redes Sociais de Jair Bolsonaro
A flexibilização no acesso às armas é uma proposta de campanha de Jair Bolsonaro

O porta-voz da Presidência informou nesta terça-feira (25) que o governo não vai revogar e nem atuará para impedir a votação do decreto de armas na Câmara, prevista para acontecer ainda esta terça. Segundo Otávio do Rêgo Barros, o presidente Jair Bolsonaro "já enfatizou que não irá interferir nas questões do Congresso Nacional". 

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"Entretanto, o governo federal tem buscado diálogo e o consenso para a aprovação das medidas que atendam às aspirações da maioria dos cidadãos brasileiros, que querem segurança e paz", declarou o porta-voz sobre o decreto de armas .  "O governo não revogará e não colocará nenhum empecilho para que a votação ocorra no Congresso Nacional ", acrescentou.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia,  disse na segunda-feira (24) que o decreto deve ser derrubado também na Câmara e que está negociando com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para encontrar uma  solução em projetos de lei . Parlamentares já preparam um novo textopara rever o Estatuto do Desarmamento , desburocratizando a posse e o porte de armas. 

O Senado  aprovou projetos que derrubamdecreto de armas na última terça, com 47 votos favoráveis e 28 contrários. Para ter validade, a decisão precisa passar pelo plenário da Câmara