Doritos, M&M's e outros produtos ganham selo de
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Doritos, M&M's e outros produtos ganham selo de "não recomendado"

Produtos amplamente consumidos e presentes nas prateleiras de supermercados poderão passar a exibir avisos de alerta  nos rótulos no estado do Texas, nos Estados Unidos . As informações são do The Economic Times.

Uma nova lei sancionada recentemente determina que alimentos que contenham determinados aditivos artificiais tragam informações claras ao consumidor sobre possíveis riscos à saúde.

A legislação atinge substâncias que já são restritas ou até proibidas em regiões como União Europeia, Reino Unido, Canadá e Austrália. O foco não é banir os produtos, mas aumentar a transparência e permitir que o público faça escolhas mais conscientes no momento da compra.

Entre os principais aditivos citados estão corantes artificiais como Red 40, Yellow 5 e Yellow 6. Estudos associam essas substâncias a quadros de hiperatividade, alterações comportamentais e reações alérgicas, especialmente em crianças.

Doritos, M&M's e outros produtos ganham selo de
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Doritos, M&M's e outros produtos ganham selo de "não recomendado"


Outro composto incluído é o dióxido de titânio, utilizado para dar coloração branca a alimentos e banido na União Europeia por possíveis riscos genotóxicos. Conservantes e realçadores artificiais, quando consumidos com frequência, também entram na lista por estarem ligados a processos inflamatórios e efeitos metabólicos.

A exigência passará a valer para novas embalagens a partir de 2027, dando tempo para que a indústria se adapte às regras. Apesar disso, a lei deixa claro que os alimentos não serão retirados do mercado, apenas precisarão informar de forma explícita a presença desses ingredientes.


Marcas populares como Doritos, M&M’s, Skittles e Froot Loops podem ser impactadas, dependendo da formulação utilizada em cada produto. Especialistas apontam que a medida pode pressionar fabricantes a reverem receitas e reduzir o uso de aditivos artificiais, seguindo uma tendência já observada em outros países.

A iniciativa do Texas reacende o debate sobre rotulagem, saúde pública e o papel do consumidor na escolha de alimentos ultraprocessados, em um cenário de crescente preocupação com os impactos da alimentação industrializada a longo prazo.

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