Presidente eleito dos EUA
Gage Skidmore / Creative Commons
Presidente eleito dos EUA

Nesta terça-feira (29), o presidente eleito dos Estados Unidos , Joe Biden , criticou o avanço do plano de vacinação contra a Covid-19 do governo de Donald Trump  e disse que está com muito "atraso". As informações são da agência de notícias AFP .

Após uma reunião com especialistas,  Biden prometeu que assumirá o "maior desafio operacional que já enfrentamos como nação" para vacinar a população contra o novo coronavírus.

"O plano do governo de Trump para distribuir as vacinas está com atraso, com muito atraso", disse Biden , em um discurso sobre a pandemia . Na mesma ocasião, o presidente eleito prometeu "mover céu, mar e terra para avançar na direção correta".

De acordo com a agência de notícias, a administração de Trump havia previsto que, até o final de dezembro, 20 milhões de norte-americanos seriam vacinados. No entanto, até o momento, cerca de 2 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina nos Estados Unidos , de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

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Joe Biden  confirmou que invocaria a Lei de Produção de Defesa da época da Guerra da Coreia para forçar a indústria privada a aumentar a produção de vacinas para o governo. Além disso, Biden também reforçou a importância do uso de máscaras para conter a disseminação do vírus e disse que irá impor um mandato para coberturas faciais em áreas onde o governo federal tem jurisdição, como aviões.

"Estamos planejando um esforço de todo o governo e vamos trabalhar para criar locais de vacinação e enviar unidades móveis para comunidades de difícil alcance", disse.

Ainda, Biden se mostrou confiante em relação ao retorno da normalidade em 2021, mas não imediatamente. "Podemos não ver melhorias até março, pois levará algum tempo para que nosso plano de resposta da covid comece a produzir um progresso visível", afirmou.

"As próximas semanas e meses serão muito difíceis - um período muito difícil para nossa nação, talvez o mais difícil durante toda esta pandemia", concluiu.

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