Novos equipamentos de combate a drones que será utilizado no Rio de Janeiro
Marcelo Regua / Governo do Estado
Novos equipamentos de combate a drones que será utilizado no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro recebeu quatro equipamentos antidrones do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para reforçar o combate ao crime organizado. Os dispositivos foram entregues na última quinta-feira (15) e serão divididos entre as polícias Civil e Militar, com duas unidades para cada corporação.

Os equipamentos têm como objetivo ampliar a capacidade das forças de segurança  do estado de enfrentar o uso de drones, que tem sido um dos recursos utilizados pelo crime organizado para ataques com explosivos, monitoramento de operações policiais e transporte de outros itens ilícitos.

Equipamentos serão dividisos entre a Polícia Cívil e Militar
Marcelo Regua / Governo do Estado
Equipamentos serão dividisos entre a Polícia Cívil e Militar


A entrega ocorreu na sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), durante um evento que também abordou novas medidas para combater o uso irregular de celulares dentro das unidades prisionais.

Rio já bloqueou cerca de 700 celulares em presídios

Durante o mesmo evento, autoridades também apresentaram números e medidas para de combate a comunicações ilícitas dentro das unidades prisionais.

O Programa Nacional de Neutralização de Comunicações Ilícitas em Estabelecimentos Penais foi instituído pelo Decreto Federal nº 13.136/2026, publicado em 13 de outubro. A iniciativa estabelece novos procedimentos para o bloqueio administrativo individualizado de dispositivos de comunicação identificados em uso irregular nos presídios.

Segundo a secretária de Estado de Polícia Penal, Alessandra Ododawa, o Rio já havia bloqueado aproximadamente 700 aparelhos por determinação judicial, em um projeto-piloto desenvolvido em parceria com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça.

Na noite de quarta-feira (14), a Operação Modo Avião, realizada por equipes federais e estaduais, identificou 143 dispositivos em uso irregular nas unidades prisionais fluminenses. Os aparelhos foram posteriormente bloqueados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Outra iniciativa, a Operação Illicitus, da Polícia Penal do Rio, já resultou na apreensão de mais de 1.500 celulares em ações de fiscalização contra a entrada e a circulação de materiais proibidos nos presídios.


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