Mãe de Henry tem soltura determinada e usará tornozeleira eletrônica
Guito Moreto / Agência O Globo
Mãe de Henry tem soltura determinada e usará tornozeleira eletrônica

O engenheiro Leniel Borel de Almeida se diz perplexo com a decisão da juíza  Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, que substituiu a prisão preventiva da professora Monique Medeiros da Costa e Silva por monitoramento eletrônico. Ela é ré em um processo, com o ex-namorado, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Jairinho, pela morte do filho, Henry Borel Medeiros, de 4 anos.

"É inacreditável. A Monique é tão culpada pelos crimes quanto o Jairo. Iremos utilizar de todos os meios legais para recorrer dessa decisão", afirmou Leniel, em entrevista ao GLOBO.

Na decisão, a juíza da 2ª Vara Criminal determinou que Monique seja monitorada com tornozeleira eletrônica. Jairinho continuará preso.


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Monique também não poderá manter "qualquer comunicação com terceiros - com exceção apenas de familiares e integrantes de sua defesa - notadamente testemunhas neste processo, seja pessoal, por telefone ou por qualquer recurso de telemática, assim também postagens em redes sociais, quaisquer que sejam elas, sob pena de restabelecimento da ordem prisional". 

Henry de 4 anos morreu no dia 8 de março de 2021 e foi vítima de torturas. Monique e Jairinho respondem por responde por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas.

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