
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, votou na manhã deste domingo (25) no segundo turno das eleições de 2026, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Lula chegou à Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, onde mantém seu domicílio eleitoral. O local fica na Rua Maria Azevedo Florence, 233, na Vila Claraval.
O petista votou por volta das 10h e estava acompanhado do vice-presidente e candidato novamente ao cargo, Geraldo Alckmin (PSB), além de aliados da campanha, como Simone Tebet (MDB) e Fernando Haddad (PT).
Além deles, o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também estavam com o presidente.
Último ato
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, realizou os últimos atos de campanha neste sábado (24).
Lula participou de caminhadas no Rio de Janeiro e na Avenida Paulista, em São Paulo.
No estado carioca, Lula participou de uma caminhada pela orla de Copacabana às 10h. Durante o evento, o presidente criticou o adversário e fez um apelo aos eleitores.
“As pessoas votam em quem quiser, mas deixar de votar no trabalhador para votar no miliciano é demais”, declarou. Lula também chamou Flávio de “o candidato de mais baixo nível” que já enfrentou.
Depois do ato no Rio, o presidente participou de uma caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo. A concentração de apoiadores começou perto da Alameda Campinas e o seguiu até a região das ruas Bela Cintra e Haddock Lobo.
O ato na capital paulista reuniu diferentes lideranças políticas, como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição como vice, e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB).
No início do evento, em declaração à imprensa, Lula fez críticas ao comportamento do adversário.
Jamais imaginei disputar a eleição com mentiroso, um miliciano, um desqualificado, como o rapaz que está disputando a Presidência da República." Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Lula ainda pediu que pessoas indecisas e aquelas que não votaram no primeiro turno participassem da votação.
Ao final do discurso, o candidato afirmou acreditar que vencerá a eleição e continuará no cargo por mais quatro anos.
Segundo o petista, esta é sua última campanha para a Presidência da República, pois não pretende disputar novamente o cargo após as eleições de 2026.