Professores decidem manter greve em SP; ato reuniu mais de dois mil no centro

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Eles reivindicam a incorporação de um bônus ao salário, valorização profissional e melhorias nas condições de trabalho

Futura Press
Docentes estão em greve desde o dia 23 de abril, há mais de um mês

Em greve desde o dia 23 de abril, mais de 2 mil professores da rede municipal de ensino de São Paulo, segundo cálculo da Polícia Militar, fizeram mais uma passeata pelas ruas do centro da capital paulista. Depois de se concentrarem no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), os professores seguiram para o prédio da prefeitura, onde decidiram manter a paralisação.

Os manifestantes interditaram quatro das oito faixas da Avenida Paulista e interromperam o trânsito de um dos lados da Rua da Consolação. Segundo o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Simpeem), os profissionais reivindicam a incorporação de um bônus complementar ao salário, a valorização profissional e melhorias nas condições de trabalho. Eles também pedem que os profissionais em greve não sejam punidos com o corte da folha de ponto. De 30% a 40% da categoria aderiram à greve, segundo o sindicato.

A prefeitura aceitou hoje (27) receber uma comissão de professores para negociar o fim da paralisação. Após a reunião, os grevistas farão uma assembleia em frente ao prédio, na região do Viaduto do Chá, para decidir se voltam ao trabalho.

Com Agência Brasil

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