Morre macaca Chita, a famosa companheira de Tarzan

Animal tinha 81 anos e era o símio mais velho do mundo; fora das telas, Chita era macho

iG São Paulo com EFE | 28/12/2011 10:52

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Foto: Divulgação Ampliar

Tarzan e Jane junto com Chita, nos anos 1930

A popular macaca Chita, que protagonizou nas décadas de 1930 e 1940 ao menos 12 filmes do herói Tarzan, morreu aos 81 anos em consequência de problemas renais no refúgio de animais The Suncoast Primate Sanctuary de Palm Harbor, no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Chita constava desde 2001 no livro Guiness dos Recordes como o macaco mais velho do mundo.

De acordo com o site da fundação, o chimpanzé morreu no dia 24 de dezembro. Um espaço no portal da entidade foi criado para que fãs possam deixar homenagens.

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O famoso animal companheiro de Tarzan, interpretado por Johnny Weissmuller, nasceu originalmente na Libéria e se chamava Jiggs. No cinema, foi rebatizado como Cheetah e, por conta da grafia, no mundo latino ficou conhecido como Chita. O nome criou confusão e fez com que o público acreditasse que se tratava de uma macaca, quando na verdade Chita era um macho.

Apesar do estrelato, o macaco teve cerca de uma dezena de chimpanzés dublês nas filmagens ao longo dos anos. Uma curiosidade é que o personagem não existe nos livros de Edgar Rice Burroughs, autor das aventuras originais de Tarzan.

<span>Imagem de Chita divulgada pelo The Suncoast Primate Sanctuary, que abrigava o animal</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>O chimpanzé em seu aniversário de 75 anos</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <strong>Publicidade</strong> <span>Chita segura um dos quadros que pintou no abrigo na Flórida</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <span>Johnny Weissmuller e Maureen O&#39;Sullivan com a macaca no filme &quot;Tarzan e sua Companheira&quot; (34)</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Capa da autobiografia fictícia &quot;Eu, Chita&quot;, inédita no Brasil</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Chita faz carinho em seu tratador no santuário em que morava em Palm Harbor</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <span>Chita, aos 75 anos</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <span>Tarzan (Johnny Weissmuller), Jane (Maureen O&#39;Sullivan) e Garoto (Johnny Sheffield) em &quot;Tarzan contra o Mundo&quot; (42)</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Animal finge tocar instrumento em &quot;Tarzan e as Amazonas&quot; (45)</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Chita ao lado do companheiro, o ator Johnny Weissmuller</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong>

Em 2006, por ocasião de seu 74º aniversário, Chita recebeu uma homenagem e o prêmio Calabuch por seus méritos artísticos no Festival Internacional de Cinema de Comédia de Peñíscola, na Espanha.

Por três vezes foi solicitada sua inclusão na Calçada da Fama de Hollywood, ao lado de atores animais como Lassie e Rin Tin Tin, mas nunca teve a marca de suas patas imortalizadas no local.

Em 2008, o autor inglês James Lever escreveu uma autobiografia fictícia da macaca intitulada "Eu, Chita" ("Me, Cheeta"), inédita no Brasil, em que o chimpazé traçava comentários sobre a era de ouro de Hollywood, nos anos 1930. O livro foi um dos finalistas do Man Booker, o mais prestigiado prêmio literário britânico.

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