Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos,  utilizou as suas redes sociais nesta quinta-feira (23) para compartilhar um vídeo e promover a portaria assinada por João Roma, ministro da Cidadania, que permite ceder imóveis apreendidos de traficantes de drogas à comunidades terapêuticas.

Na publicação, Damares elogia o presidente Jair Bolsonaro (PL) no combate às drogas e afirma que lideranças anteriores buscavam legalizar o uso de maconha "para aumentar o número de dependentes".

"Em 2014, um ex-deputado federal que não gosta de mim (e eu não vou falar o nome dele) apresentou o PL 7270/2014 que autorizava, no Brasil, o plantio e consumo de maconha", opinou. "Mas o mais grave do projeto era o artigo 21 que dizia: conceda-se anistia a todos os que estão presos antes da aprovação dessa lei que foram detidos traficando maconha".

A ministra compara, ainda, o posicionamento do ex-deputado Jean Wyllys (PT) - favorável a descriminalização - com a postura do atual governo federal.

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"Hoje foi assinada uma portaria ampliando a doação de bens dos traficantes para as comunidades terapêuticas. Agora, na portaria do nosso ‘superministro’ Roma, serão cedidos também os imóveis dos traficantes", disse Damares.

"No governo Bolsonaro, nós temos duas secretarias para combater as drogas: uma no Ministério da Justiça e outra no Ministério da Cidadania. […] Essa é a diferença de um governo conservador para um governo não-conservador", ressaltou.

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