Alcolumbre marca sabatina de André Mendonça para o STF para semana que vem
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Alcolumbre marca sabatina de André Mendonça para o STF para semana que vem

O presidente da  Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre, confirmou, nesta quarta-feira (24), que vai fazer a sabatina do  ex-ministro André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana. Ele não marcou a data, mas deixou claro que pretente sabatinar 10 indicados a cargos, entre eles Mendonça, durante semana de esforço concentrado, entre 30 de novembro e 2 de dezembro.

A indicação do ex-ministro de Bolsonaro tem oito pedidos de relatoria. "Vou fazer uma reunião e vamos decidir qual será o relator desta matéria", disse Alcolumbre, na manhã desta quarta-feira (24).

Parlamentares aliados de André Mendonça pediram ao presidente da CCJ que marque a sabatina na próxima terça-feira (30), como revelou o colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Nessas data é comemorada o Dia do Evangélico, religião praticada por Mendonça. A data, portanto, teria um cunho simbólico também.

Histórico 

Alcolumbre marca sabatina de André Mendonça para o STF para semana que vem
Reprodução: Senado Federal
Alcolumbre marca sabatina de André Mendonça para o STF para semana que vem

André Mendonça, o candidato "terrivelmente evangélico", como dito pelo próprio presidente Bolsonaro, foi indicado em 13 de julho, um dia depois da aposentadoria do ex-ministro Marco Aurélio Mello. Desde então, Mendonça já visitou mais de 90% dos parlamentares atrás de apoio para sua sabatina, que precisa de aprovação dos parlamentares para acontecer.

Davi Alcolumbre também estava com um "pé atrás" sobre a indicação de Mendonça ao Supremo porque o ex-ministro de Bolsonaro se uniria à ala punitivista do STF. Em resposta às críticas por supostamente ter segurado a data da sabatina, Alcolumbre ressaltou que o STF decidiu a favor da prerrogativa e independência de cada instituição do Senado.

Depois da CCJ, o nome de Mendonça, se aprovado, ainda precisa passar pelo plenário do Senado.

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