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Ministra foi ameaçada de morte por organização eco-extremista; Bolsonaro e Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, também são alvo do grupo

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Reprodução/Twitter
Damares é alvo "pelo símbolo que ela se tornou", segundo líder do grupo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, reagiu nesta sexta-feira (19) às  ameaças de morte feitas por integrantes de uma organização terrorista. Damares disse à revista Veja que “ameaças não vão nos silenciar”.

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“Nenhuma ameaça silencia nosso propósito de transformar o Brasil num lugar melhor, que respeita crianças, mulheres e idosos; que garanta o direito à vida desde a concepção; e que constrói políticas públicas com o enfoque na família”, afirmou  Damares em nota.

A ministra foi ameaçada pelo grupo terrorista Sociedade Secreto Silvestre (SSS), que se auto-intitula uma organização internacional eco-extremista . À revista Veja, um dos líderes do grupo, identificado como Anhangá, disse que Damares é alvo "pelo símbolo que ela se tornou, a cristã branca evangelizadora que prega o progresso e condena toda a ancestralidade". “O eco-extremismo é extremamente incompatível com o que prega o seu Ministério, é um choque filosófico”, completou.

A SSS é investigada por ataques terroristas e assassinatos de políticos e empresários em diversos países. No Brasil, a organização já praticou pelo menos três atentados a bomba em Brasília.

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Além de Damares , também foram ameaçados o presidente, Jair Bolsonaro, e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.