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Os dois ministros vão debater com os parlamentares em sessões especiais e comissões permanentes ; outros sete ministros também comparecerão

Além de Sergio Moro e Paulo Guedes, outros cinco ministros já foram ouvidos pelos senadores
Marcos Oliveira/Agência Senado
Além de Sergio Moro e Paulo Guedes, outros cinco ministros já foram ouvidos pelos senadores

O ministro da Justiça e o ministro da Economia, Sergio Moro e Paulo Guedes, respectivamente, devem comparecer ao Senado na próxima semana. O objetivo é debater algumas questões importantes do governo em comissões permanentes e sessões especiais no plenário.

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A ida dos dois ministros mais eminentes do governo Jair Bolsonaro ao Senado dará continuidade ao revezamento de ministros nas comissões permanentes, que já havia iniciado antes do carnaval. Sergio Moro e Paulo Guedes são as presenças mais esperadas, mas outros sete ministros também devem comparecer ao Senado.

A agenda de Paulo Guedes começa com um debate na Comissão de Assuntos Econômicos sobre o endividamento dos estados, já na segunda-feira (12). Ainda na mesma semana, sem dia definido, o ministro da Economia é aguardado em uma sessão temática no Plenário do Senado para debater a reforma da Previdência e o Pacto Federativo.

Sergio Moro, por sua vez, foi convidado tanto pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) quanto pelo Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, portanto, deve participar de uma sessão conjunta dos dois colegiados, mas o tema não foi especificado. Apesar de prevista para a próxima semana, a data ainda está sendo negociada.

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Além dos dois já citados, os ministros Osmar Terra, da Cidadania, Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, general Fernando Azevedo e Silva, da Defesa, Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia, Ricardo Salles, do Meio Ambiente, Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo e Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, também foram convidados a comparecer às comissões do Senado. Nenhuma destas visitas, no entanto, tem data definida.

A presença do ministro Luiz Henrique Mandetta já tem pauta. O assunto a ser discutido será a nota técnica do Ministário da Saúde (Nota 11/2019) publicada no dia 8 de fevereiro, que prevê a compra de aparelhos de eletrochoque para o Sistema Único de Saúde (SUS). O documento, que também favorece a abstinência como tratamento de dependentes de drogas e não restringe a internação de crianças em hospitais psiquiátricos, suscitou um debate sobre o tratamento de pacientes com doenças mentais.

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Antes de Sergio Moro e Paulo Guedes , cinco ministros já apresentaram ao Senado as principais metas e programas de suas pastas, entre eles Ricardo Vélez, da Educação, Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, e Tereza Cristina, da Agricultura.

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