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Henrique Medeiros Filho vai comandar a Cultura e Lelo Coimbra ficará responsável pelo Desenvolvimento Social; a pasta de Esporte terá o comando do general Marco Aurélio Vieira, indicação do vice general Hamilton Mourão

Futuro ministro Osmar Terra escolheu seus secretários para a pasta
Rafael Carvalho/Governo de Transição
Futuro ministro Osmar Terra escolheu seus secretários para a pasta


O futuro ministro da Cidadania no governo de Jair Bolsonaro, Osmar Terra, anunciou nesta quinta-feira (20) três dos secretários que vão atuar dentro da pasta. Para a Cultura, o escolhido foi o advogado Henrique Medeiros Filho; Esportes ficará sob o comando do general Marco Aurélio Vieira; e Desenvolvimento Social estará a cabo do deputado Lelo Coimbra.

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 Todos os secretários escolhidos por Osmar Terra tiveram o aval do presidente eleito Jair Bolsonaro. Enquanto montava a sua equipe ministerial, o capitão reformado pensou em colocar o general Marco Aurélio Vieira como ministro dos Esportes, mas a ideia caiu após a pasta ser agregada à Cidadania junto com outros temas.

 Além de Esportes, o Ministério da Cidadania também engloba Desenvolvimento Social e Cultura. Educação também foi cogitada a fazer parte do ministério, mas Bolsonaro achou melhor escolher um ministro próprio para o assunto: Ricardo Vélez Rodriguez, que foi indicação do filósofo Olavo de Carvalho, uma espécie de guru do presidente eleito.

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 Henrique Medeiros Filho é advogado e atualmente ocupa o cargo de chefe de gabinete do Ministério de Desenvolvimento Social. Assim, chegou a trabalhar antes com Osmar Terra, quando o mesmo foi ministro no governo de Michel Temer.

 Já o general Marco Aurélio Vieira foi indicado a Jair Bolsonaro pelo seu vice, o também general Hamilton Mourão. Paraquedista, Vieira foi diretor executivo de Operações da Olimpíada do Rio e diretor executivo do Revezamento da Tocha Olímpica em 2016.

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Lelo Coimbra, por outro lado, é um nome de confiança do ministro Terra. Atual deputado federal pelo MDB do Espírito Santo, ele é líder da maioria na Câmara dos Deputados. Os três secretários estão confirmados e iniciam o trabalho a partir de janeiro. A ideia é que apesar dos assuntos terem virado temas de secretarias, mantenham a força de um ministério.

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