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Presidente eleito afirmou que "ficaria muito honrado" com a presença do presidente dos EUA; afirmação foi dada após reunião com assessor de Trump

Jair Bolsonaro recebeu o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, em sua casa
Reprodução/ Twitter/ @AmbJohnBolton
Jair Bolsonaro recebeu o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, em sua casa

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quinta-feira (29) que existe a possibilidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vir à sua posse no dia 1º de janeiro. Segundo Bolsonaro, a presença do magnata no Brasil dependeria de outros compromissos que possam existir. “Eu ficaria muito honrado”, acrescentou.

Na manhã de hoje, Jair Bolsonaro participou de um  encontro com o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton. “Foi mais um passo do Brasil em direção aos Estados Unidos e dos Estados Unidos em direção a nós”, avaliou.

O presidente eleito pretende ir aos Estados Unidos nos primeiros meses de seu governo, o que ainda deverá ser organizado. Bolsonaro confirmou, porém, que a primeira viagem ao exterior que fará como presidente terá três países da América do Sul no roteiro: Paraguai, Argentina e Chile.

O encontro de Bolsonaro com Bolton foi na casa do presidente eleito, no Rio de Janeiro. ?O Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA estava acompanhado pelo diretor de imprensa, Garrett Marquis, pelo diretor de negócios do hemisfério oeste, Mauricio Claver-Carone, pelo diretor para o Brasil, David Schnier, e pelo Encarregado de Negócios, Bill Popp.

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Também participam do encontro alguns dos futuros ministros de Bolsonaro, como o das Relações Exteriores, embaixador Ernesto Araújo; o da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva; e o do Gabinete de Segurança, general Augusto Heleno. Flávio Bolsonaro, filho do presidente e senador pelo Rio de Janeiro, também estava presente.

Bolton fez uma escala no Brasil antes de viajar para o encontro do G-20, em Buenos Aires. Ele chegou pontualmente às 7h na casa do presidente eleito, onde a reunião aconteceu. No momento da chegada, o capitão reformado prestou continência para o assessor de Trump . Bolsonaro classificou a reunião como "producente e grata" em sua conta do Twitter.

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John Bolton é crítico de governos de esquerda, principalmente de Cuba e da Venezuela. Ele também já disse que os EUA têm interesse em fazer alianças com os governos do Brasil e da Colômbia para aumentar a segurança e melhorar a economia na América Latina e classificou a vitória de Jair Bolsonaro como uma "oportunidade histórica" para as relações entre os países.

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