cemitério
Reprodução/Parque nacional Yellowstone
O homem disse que estava procurando por um "tesouro" de cerca de R$ 5,2 milhões

Nos Estados Unidos , o caçador de tesouros Rodrick Dow Craythorn se declarou culpado pelo crime de "tráfico de recursos arqueológicos e depredação", que ele teria cometido ao escavar o cemitério  de Fort Yellowstone, em busca de um famoso tesouro. A confissão foi feita de diante de um tribunal no estado norte-americano de Wyoming. As informações são do UOL .

O tesouro de Forrest Fenn, procurado pelo homem, se trata de um baú, composto por joias e peças preciosas, que é avaliado em US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,2 milhões). De acordo com o portal, ele foi encontrado em junho de 2020 pelo estudante da faculdade de Michigan, Jonathan "Jack" Stuef, de 32 anos.

No entanto, antes da relíquia ser encontrada, entre outubro de 2019 e maio de 2020, Craythorn teria tentado encontrá-lo escavando o  cemitério preservado. Segundo a Fox News, o crime levou o acusado a ser indiciado por um júri em setembro do ano passado.

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A sentença, porém, deve sair apenas em março deste ano e a penalidade pelo "tráfico de recursos arqueológicos e depredação" pode ser uma multa de US$ 20 mil (R$ 104 mil) ou um ano de liberdade supervisionada. Já para "danos físicos ou depredação de propriedades", a multa chega a até US$ 250 mil (R$ 1,3 milhões) e 10 anos de prisão, mais três de liberdade supervisionada, conforme o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.


Tesouro de Forrest Fenn

A busca pelo famoso tesouro do escritor começou em 2010, quando o próprio Forrest Fenn , ainda vivo, anunciou que havia o  enterrado no território norte-americano das Montanhas Rochosas. Segundo a publicação, milhares de pessoas tentaram encontrar o baú com as riquezas e duas até morreram na procura, em 2019.

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