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Com a promessa de que a ideia seria vendida para a Nasa, a dupla vendeu dezenas de engenhocas feitas de arroz como "placas mágicas de cobre"

Os dois
Reprodução/Twitter
Os dois "astronautas" já tinham sido presos antes, acusados da venda de cobras com "propriedades medicinais"


A polícia indiana teve que lidar com um caso muito peculiar nos últimos dias, afinal, não é sempre que você precisa deter um pai e um filho que usam falsas roupas de astronauta para tentar roubar empresários, certo? E foi isso o que aconteceu na cidade de Nova Déli, a capital do país, em um caso que intrigou a população e viralizou nas redes sociais.

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De acordo com informações do jornal  The Guardian , os dois homens foram presos após abordarem empresários com a promessa de estarem vendendo “placas mágicas de cobre”. Vestidos como astronautas , eles afirmavam que o projeto seria vendido por milhões de dólares para a Nasa, e por isso, tentavam vender a falsa engenhoca por 200 mil dólares, cerca de R$ 700 mil.

Tudo girava em torno da garantia de que a nova “tecnologia” seria capaz de gerar eletricidade a partir de raios, história que enganou mais de 30 pessoas no norte da Índia. A placa, na realidade, é apenas um prato coberto por uma fina camada de líquido magnético e uma mistura de arroz com limalhas de ferro, e sua ineficiência foi a responsável por denunciar os farsantes.

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A descoberta da farsa dos "astronautas"

Segundo a polícia local, um dos empresários enganados ficou irritado quando a placa não funcionou, foi até a delegacia e explicou toda a situação. Assim, as autoridades de Nova Déli ficaram sabendo do golpe e começaram a investigar o caso, que acabou na prisão de dois antigos conhecidos dos policiais.

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Os "astronautas" só estavam livres porque, após venderem várias cobras com “propriedades medicinais” por mais de 25 mil dólares cada uma, pagaram a fiança e saíram da prisão na Índia. Agora, eles não devem se livrar da cadeia de maneira tão fácil assim, mesmo que tenham afirmado que só fizeram isso para arrecadar o dinheiro a ser investido, realmente, no projeto das "verdadeiras placas mágicas".

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