Breonna foi morta por agentes dentro de seu apartamento, durante operação de drogas
Courtesy of Taylor Family attorney Sam Aguiar
Breonna foi morta por agentes dentro de seu apartamento, durante operação de drogas

Nesta quinta-feira (4), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou o indiciamento de quatro policiais e ex-policiais pela morte de Breonna Taylor . A jovem foi morta aos 26 anos por agentes de segurança durante uma operação em seu apartamento, em Kentucky. O caso ganhou repercussão e se tornou um dos símbolos de luta do movimento antirracista e contra a violência policial nos EUA .

O ex-detetive do Departamento de Polícia Metropolitana Joshua Jayes e o sargento Kyle Meany foram acusados de crimes contra os direitos civis e obstrução de justiça pelo uso de informação falsa para conseguir o mandado de busca e apreensão que levou à operação que matou a jovem.

Além disso, o detetive Kyle Goodlett foi acusado de conspirar com Jaynes para falsificar o mandado. Já o ex-detetive Brett Hankinson, foi acusado de crimes contra os direitos civis por suposto uso excessivo de força.

Jaynes e Myles Cosgrove — um dos policiais que atirou em Breonna — foram demitidos da força em dezembro de 2020 , após protestos.

Ao anunciar os indiciamentos, o secretário de Justiça Merrick Garland disse que Breonna "deveria estar viva hoje". "O Departamento de Justiça está comprometido com a defesa e a proteção dos direitos civis de todas as pessoas deste país."

"Hoje foi um grande passo em direção à justiça", afirmaram os advogados da família da vítima.

Anteriormente, a Justiça estadual havia acusado somente Hankinson por ter "colocado em perigo" ao atirar através de uma parede, mas não pela morte da jovem. Em março, ele acabou sendo absolvido.

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