Presidente dos EUA, Joe Biden
Reprodução / Record News - 31.03.2022
Presidente dos EUA, Joe Biden

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (21) um pacote adicional de ajuda militar no valor de US$800 milhões para a Ucrânia e questionou a veracidade da declaração de que a  Rússia tomou o controle de Mariupol.

O novo pacote de armas contra a ofensiva russa no leste do país conta com munição, artilharia pesada, drones, sistemas de longo alcance e mísseis antinavio.

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"Putin não vencerá mais na Ucrânia, ele nunca poderá ocupá-la completamente", disse o democrata na Casa Branca após se reunir com o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmygal.

Segundo Biden, os Estados Unidos "nunca desistirão de lutar contra os tiranos" e os objetivos de seu país e de seus aliados são "impedir que Putin invada a Ucrânia e continue isolando-a".

Durante seu discurso, o líder americano questionou o anúncio feito pelo governo russo, que alegou ter conquistado Mariupol, cidade ucraniana considerada estratégica para Moscou.

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"É questionável se Rússia controla mesmo Mariupol. Sabemos que eles já disseram afirmações que não eram verdadeiras. Ainda não há evidências de que Mariupol caiu totalmente", declarou Biden.

De acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, as forças ucranianas ainda controlam parte de Mariupol, mas a Rússia já ocupou maior parte da cidade.

A nova ajuda militar dos EUA é anunciada uma semana após Biden ter disponibilizado um outro auxílio no mesmo valor. Ao todo, o país já destinou aproximadamente US$3,4 bilhões em assistência aos ucranianos desde o início da guerra em 24 de fevereiro.

Hoje, inclusive, ele declarou que o país também irá proibir a entrada de navios afiliados à Rússia nos portos norte-americanos e anunciou o programa chamado "Unidos pela Ucrânia" para fornecer um processo simples para refugiados ucranianos que querem ir para os Estados Unidos.

"Nenhum navio que navegue sob a bandeira russa, ou que seja de propriedade ou operado por interesses russos, terá permissão para atracar no porto dos Estados Unidos ou acessar nossas costas", concluiu o democrata.

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