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Devotos hindus se banham no Ganges


Cerca de um milhão de peregrinos hindus se reuniram nas margens do Rio Ganges, no norte da Índia, marcando o início de um grande festival religioso que está ocorrendo apesar dos riscos de infecção de Covid-19.

Espera-se que outros milhões cheguem a Haridwar nas próximas semanas para o Kumbh Mela, um dos maiores encontros religiosos do mundo. Os peregrinos se banham no Ganges na crença de que as águas sagradas os purificarão de seus pecados.

As autoridades disseram que as medidas para evitar um aumento nas infecções incluem pré-reserva para controlar os números, distanciamento social estrito e áreas de banho com códigos de cores. "A pandemia é um pouco preocupante, mas estamos tomando todas as precauções", disse um dos organizadores, Siddharth Chakrapani.

A maioria das pessoas que entraram no rio gelado na manhã desta quinta-feira (14) não usava máscaras e o distanciamento social era difícil de manter. 

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A Índia registrou mais de 10 milhões de casos de Covid - o segundo maior número do mundo depois dos EUA - e registrou mais de 150 mil mortes.

Crença

A Unesco reconheceu Kumbh Mela como patrimônio cultural intangível. De acordo com a mitologia hindu, deuses e demônios travaram uma guerra por um jarro sagrado contendo o néctar da imortalidade. As gotas caíram em quatro locais diferentes, que agora alternam como hospedeiros.

Vários outros festivais religiosos estão ocorrendo na Índia esta semana, incluindo o Gangasagar Mela em Calcutá, onde as autoridades esperam cerca de 15 mil pessoas.


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