Capitólio
AFP
Extremistas pró-Trump invadiram o Congresso na última quarta-feira (06)

Pelo menos 90 pessoas foram presas suspeitas de participarem da invasão ao Capitólio , em manifestação a favor do presidente Donald Trump . O ato aconteceu na última quarta-feira (06) , dia em que o Congresso dos Estados Unidos confirmou a vitória de Joe Biden nas eleições norte-americanas. A informação foi divulgada pela agência de notícias Associated Press, no começo da tarde deste sábado (09).

De acordo com a agência, o FBI conseguiu identificar os suspeitos  através de fotos tiradas no dia da invasão. Dentre os presos, está Adam Christian Johnson, de 36 anos, fotografado levando o púlpito usado pela presidente do Congresso, Nancy Pelosi . Outro invasor detido foi Richard Barnett, de 60 anos, que invadiu a sala de Pelosi. Ele também é suspeito de furtar um notebook da congressista.

As fotografias e a cobertura da imprensa norte-americana também provocaram demissões de invasores de suas respectivas empresas. A companhia de marketing Navistar demitiu um funcionário flagrado na manifestação com o crachá da empresa. Em nota, a agência disse que se outros empregados também participaram do ato, eles serão demitidos.

A empresa de análise de dados Cogensia demitiu o diretor da companhia após ele ter sido preso suspeito de participação na invasão. Em nota, a empresa informou que a atitude do funcionário "foi inconsistente com os valores centrais da Cogensia".

Invasão ao Capitólio

A invasão ao Congresso dos EUA aconteceu na última quarta-feira (06) durante a confirmação da vitória de Joe Biden nas eleições de 2020. Centenas de manifestantes invadiram o Capitólio para tentar impedir o evento e entoando palavras de apoio ao presidente Donald Trump.

Nas redes sociais, Trump parabenizou os manifestantes , mas em seguida recuou e publicou um vídeo solicitando que os invasores “voltassem para casa”.

O partido Democrata entrou com um pedido de impeachment contra o presidente norte-americano, o terceiro desde que assumiu. A solicitação, que acontece menos de duas semanas antes da saída de Trump da presidência, ainda será analisada pelo Congresso.

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