Margaret Ferrier
Reprodução/Twitter
Ela enfrentou grande pressão para renunciar e foi suspensa pelo partido Partido Nacional Escocês.

Ontem (4), a parlamentar escocesa  Margaret Ferrier foi presa  depois de admitir que usou o transporte público mesmo sabendo que estava infectada com o novo coronavírus (Sars-CoV-2), informou a Agence France-Presse . De acordo com o depoimento, ela fez uma viagem de trem em setembro  de Londres a Glasgow, na Escócia.

Segundo o jornal The Guardian , a polícia metropolitana de Londres investigou o caso, mas concluiu que nenhum crime havia ocorrido de acordo com as leis em vigor naquele dia.

O caso foi levado para as autoridades escocesas. De acordo com veículos locais, a polícia informou que Ferrier foi acusada de "suposta conduta culposa e imprudente".

A atitude da parlamentar foi alvo de escândalo político no Reino Unido. Ela enfrentou grande pressão para renunciar e, em outubro, foi suspensa do partido Partido Nacional Escocês (SNP, na sigla em inglês).

A primeira-ministra escocesa e líder do SNP, Nicola Sturgeon, definiu a atitude de Ferrier como "indefensável". "É difícil expressar minha raiva em nome do povo de todo o país, que todos os dias faz grandes sacrifícios para ajudar a derrotar a Covid. As regras aplicam-se a todos e existem para manter as pessoas seguras", disse. 

No dia 1º de outubro, Ferrier compartilhou em sua conta no Twitter um pedido de desculpas e disse ter notificado a polícia.

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