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Presidente norte-americano criticou governadores dos estados por serem 'fracos' em agir contra protestos

O secretário de defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, declarou, nesta quarta-feira (03), que é contra o uso de militares para conter as ondas de protesto contra o racismo e a violência policial nas ruas dos Estados Unidos, que já acontecem há nove dias.

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Contrariando delcarações do presidente Donald Trump,  Esper disse que as forças armadas devem ser usadas apenas em casos extremos e nas piores situações.

"A opção por usar forças militares ativas para aplicar a lei deve ser usada apenas como última alternativa, e apenas nas piores e mais urgente situações. Nós não estamos agora neste cenário", declarou.

O secretário de defesa ainda disse ser contra a Lei da Insurreição nos EUA. Essa lei foi criada em 1807 para permitir que o presidente use forças militares no país para se fazer cumrprir a lei, caso haja a necessidade.

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"Eu não apoio a Lei da Insurreição. (...) Sempre acreditei e continuo acreditando que a Guarda Nacional é mais adequada para prestar apoio às autoridades civis nestas situações", afimou em coletiva no Pentágono.

A medida foi acionada pela última vez em 1992, durante os protestos contra quatro policias que espancaram Rodney King, um homem negro.

Os protestos contra o racismo e a violência policial eclodiram nos EUA  depois da morte de George Floyd, um homem negro que foi sufocado por policias brancos em Minneapolis, na semana passada.

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