Suspeito foi acompanhado do Rio até São Paulo
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Suspeito foi acompanhado do Rio até São Paulo

Um colombiano, apontado como integrante de uma quadrilha especializada em furtos de celulares dentro de grandes eventos, foi preso em São Paulo com seis aparelhos que teriam sido furtados durante os primeiros dias de Rock in Rio.

A ação ocorreu de maneira integrada entre as forças de segurança do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Segundo as investigações, o suspeito foi identificado pelas câmeras e, através do reconhecimento facial, foi acompanhado durante todo o trajeto de ônibus do Rio de Janeiro até São Paulo.

Ao chegar no destino final, o ônibus foi logo interceptado pelos policiais . Durante a abordagem, os agentes encontraram os seis celulares que teriam sido furtados dentro da Cidade do Rock durante o festival.

Celulares encontrados com o Colombiano
reprodução / PMESP
Celulares encontrados com o Colombiano

Após a recuperação dos aparelhos, todas as vítimas foram localizadas e reconheceram os seus respectivos telefones.

Investigação continua

A prisão não encerra as investigações. A Polícia Civil continua apurando a atuação do grupo e trabalha para identificar outros possíveis integrantes.

Segundo os investigadores, esse grupo seria especializado em aproveitar grandes concentrações de público nos grandes eventos para praticar de maneira recorrente esses furtos de celulares.

Segundo as autoridades, participaram das diligências a 18ª DP (Praça da Bandeira), do Rio de Janeiro, a Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (Coant) e a Diretoria de Infraestrutura de Tecnologia da Polícia Militar.


Rock in Rio conta com 152 câmeras de reconhecimento facial

As investigações foram baseadas em uma das novidades dessa edição do Rock in Rio.

Para a realização do evento, uma estrutura que conta com 152 câmeras de monitoramento foi montada e todas elas com reconhecimento facial,  utilizadas em conjunto com o trabalho das forças de segurança estaduais.

Em relação ao combate aos furto de celulares dentro do evento, crime comum em festivais desse porte no meio da multidão, equipes especializadas da Polícia Civil também atuam dentro da aglomeração do público descaracterizados para monitoramento tanto dentro, quanto fora da Cidade do Rock.

O público tembpem conta com uma estrutura da 16ª DP (Barra da Tijuca) instalada no local, junto ao Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos, para realizar atendimentos e registrar ocorrências no próprio local, sem a necessidade de deslocamento de vítimas ou policiais para outra delegacia.


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