
Em meio ao apagão em São Paulo, que atinge a capital paulista e municípios da região metropolitana nos últimos dias, a concessionária Light enviou, neste fim de semana, 70 funcionários do Rio de Janeiro para reforçar as equipes responsáveis pelo restabelecimento do fornecimento de energia elétrica. A mobilização ocorreu a pedido do Ministério de Minas e Energia (MME), diante da gravidade da situação provocada pelos temporais e pelos impactos do apagão.
Entre os profissionais enviados estão eletricistas, técnicos, supervisores operacionais e profissionais de segurança do trabalho. As equipes da concessionária fluminense passaram a atuar em conjunto com equipes locais para acelerar os reparos e a normalização do serviço.Entenda o apagão em São Paulo
A falta de luz começou na quarta-feira (10), após a passagem de um forte temporal com ventos intensos, associados a um ciclone extratropical, que derrubou árvores, postes e provocou danos em linhas de transmissão em São Paulo e em cidades da região metropolitana.
No momento mais crítico, mais de 2.200.000 clientes ficaram sem energia, afetando residências, comércios e serviços essenciais. Desde então, o número de ocorrências vem diminuindo gradualmente, mas centenas de milhares de consumidores ainda permanecem sem luz, segundo balanços divulgados ao longo dos últimos dias.
Em nota, a Light destacou o caráter solidário da ação e a importância da cooperação entre distribuidoras em momentos críticos. “Em momentos de emergência, a solidariedade faz toda a diferença. Mais do que energia, levamos compromisso, cooperação e responsabilidade”, afirmou a empresa.O apoio da Light faz parte de uma força-tarefa nacional coordenada pelo Governo Federal e por órgãos do setor elétrico, que vêm mobilizando concessionárias de diferentes estados para reduzir o impacto do apagão e garantir o restabelecimento do serviço no menor tempo possível.Desde o início da operação, as equipes trabalham de forma intensiva, priorizando áreas com maior número de consumidores afetados e regiões que concentram serviços essenciais.