O Indigenista Bruno Araújo e o jornalista Dom Phillips
Reprodução - 06/06/2022
O Indigenista Bruno Araújo e o jornalista Dom Phillips

Nesta sexta-feira (17), começa a perícia dos restos mortais encontrados na região das buscas pelo indigenista Bruno Araújo e pelo  jornalista inglês Dom Phillips no Instituto de Criminalística da Polícia Federal no Distrito Federal.

Os peritos vão investigar se o material encontrado na região do Javari, na Amazônia, realmente pertence aos ativistas, além de também confirmar a causa das mortes. O trabalho deve ser concluído em, no máximo, 10 dias.

Ao mesmo tempo, as investigações continuam para esclarecer as motivações do crime. As principais linhas de investigação da Polícia Federal são a pesca ilegal e o tráfico de drogas na região, mas nenhum hipótese foi descartada.

Em coletiva de imprensa na noite de quarta (15) , o superintendente da Polícia Federal (PF) no Amazonas, Alexandre Fontes, afirmou que Amarildo da Costa de Oliveira, que confessou ter cometido os assassinatos ao lado de Oseney da Costa Oliveira , se voluntariou para direcionar as equipes de buscas até o local do crime, onde foram encontrados os restos mortais.

A Polícia Federal divulgou na noite dessa quinta-feira (16) que não achou o barco onde estavam o indigenista e o jornalista inglês , segundo confessou em depoimento Amarildo de Oliveira, após ser preso.

O comunicado da equipe de buscas da PF acrescentou, no entanto, que o exame de amostras de sangue que estavam no barco do pescador descartaram que o material pudesse ser de Dom. Em relação a Bruno, o exame foi inconclusivo, segundo a polícia, e seriam necessários exames complementares.

Além disso, o material recolhido no rio durante as buscas não detectou DNA humano, mas o resultado pode ter sido influenciado pela degradação das amostras.

avião da Embraer com os corpos chegou em Brasília no fim da tarde de ontem.

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