Tamanho do texto

Segunda Turma julga processos da Lava Jato; pedido de liberdade de Lula também estava sob análise na Turma, mas será enviado ao plenário do STF

Agência Brasil

Cármen Lúcia em sessão no STF
Rosinei Coutinho/SCO/STF - 6.12.17
A ministra Cármen Lúcia passou a integrar a segunda turma do STF depois de deixar a presidência da Corte

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia foi eleita nesta terça-feira (11) presidente da Segunda Turma da Corte , responsável pelo julgamento das ações da Operação Lava Jato.

A partir de terça-feira (25), próxima sessão do colegiado, a ministra vai ocupar a vaga até então de Ricardo Lewandowski, que deixará o comando do colegiado após um ano na função. Como presidente, Cármen Lúcia será responsável pelo agendamento e organização da pauta de processos que serão julgados.

Leia também: "Juiz não pode ser chefe de força-tarefa", diz Gilmar Mendes em sessão do STF

A eleição foi simbólica porque, de acordo com as normas internas da Corte, a ministra teria que assumir o cargo por ser a integrante mais antiga que ainda não ocupou o cargo recentemente.

Nesta tarde, durante sua última sessão na presidência da Segunda Turma do STF , Lewandowski determinou a inclusão do pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na pauta da próxima sessão, a primeira que será comandada pela nova presidente. O julgamento do habeas corpus, no entanto, deve ser feito pelo plenário do Supremo .

Também fazem parte da Turma que julga os processos da Lava Jato os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, além de Lewandowski e Cármen Lúcia .