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Rodrigo Fernandes, de 34 anos, chegava em casa quando foi abordado por dois criminosos; professor era filho do ex-jogador do Fluminense Cafuringa

Mestre de jiu-jitsu era casado, não tinha filhos e foi morto no dia do aniversário de sua mãe
Reprodução/redes sociais
Mestre de jiu-jitsu era casado, não tinha filhos e foi morto no dia do aniversário de sua mãe

Um  mestre de jiu-jitsu foi morto com 14 tiros enquanto chegava em sua casa no bairro do Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (7). Câmeras de segurança do local flagraram o momento em que Rodrigo Fernandes, de 43 anos, é abordado por dois criminosos e executado.

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O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH), que já procurou e ouviu testemunhas ligadas à vítima e apura quais teriam sido as motivações dos assaltantes. Segundo a investigação, uma das possibilidades é de que o mestre de artes marciais tenha sido executado a mando de um chefe de tráfico da região.

Nas imagens registradas pelas câmeras de segurança, Fernandes aparece chegando de moto em casa, na Rua Agenor Moreira, por volta das 22h, enquanto duas pessoas chegam em outra moto, realizam 14 disparos contra o professor e fogem. Fernandes morreu na hora.

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Conhecido como Rodrigo Cafu , o mestre dava aulas de artes marciais na zona norte do Rio de Janeiro e também trabalhava como segurança particular, inclusive de grupos musicais como Sorriso Maroto. O apelido foi dado em homenagem ao pai, Moacir Fernandes, o Cafuringa, jogador profissional que atuou no Fluminense, entre outros clubes, na década de 1970. Fernandes era casado, não tinha filhos e foi morto no dia do aniversário da mãe.

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O caso gerou repercussão nas redes sociais. “Era um cara muito querido. Tijuca está de luto”, escreveu um internauta. Outra seguidora de Fernandes postou no Twitter: “Meu eterno mestre Rodrigo Cafu. Mundo injusto”. A assessoria de imprensa do grupo Sorriso Maroto também lamentou o ocorrido, dizendo que os músicos estavam “super chateados e consternados com o caso”.

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