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Agressão começou depois que vítima procurou vizinho para tirar satisfação sobre moto que foi danificada; agressor de 39 anos teria problemas mentais e foi preso horas depois do crime por homicídio qualificado por motivo fútil

Christian Fernando, de 43 anos, foi morto após ser vítima de agressão
Reprodução/ Facebook
Christian Fernando, de 43 anos, foi morto após ser vítima de agressão

Um homem de 43 anos morreu após ser agredido com socos e pontapés pelo vizinho, na noite desta segunda-feira (5), em Santos, no litoral de São Paulo. Christian Fernando da Silva era trabalhador portuário e teria procurado pelo autor da agressão para saber o porquê ele tinha danificado sua moto, quando foi surpreendido pelo vizinho que, posteriormente, alegou para a polícia que se sentiu em um “round de MMA” com a vítima.

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O caso aconteceu no prédio onde Christian morava, na Rua Cidade de Santos, na Ponta da Praia. A vítima teria procurado por Carlos Vinicius Gomes, de 39 anos, para tirar satisfação sobre sua moto que estava com o pneu furado. De acordo com testemunhas, Carlos, que atua como designer de pranchas, derrubou Christian no chão e o agrediu com socos e pontapés. O autor da agressão ainda teria batido com a cabeça da vítima contra o chão algumas vezes antes de fugir pela rua.

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Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram chamados pelos vizinhos que presenciaram a cena. Christian chegou a ser levado para o setor de emergência da Santa Casa de Santos , mas não resistiu e morreu.

Após ouvir depoimentos e recolher imagens das câmeras de segurança da região, os policiais detiveram Carlos em um trecho da Avenida Epitácio Pessoa, no Embaré, bairro nobre de Santos. O agressor foi encaminhado para a delegacia, onde foi preso na unidade por homicídio qualificado por motivo fútil e permanece à disposição da Justiça.

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O pai do autor da agressão chegou a prestar depoimentos aos policiais e informou que o filho tinha problemas mentais que nunca foram diagnosticados. "Ele disse frases desconexas, chegou a dizer que era perseguido por uma seita satânica. Foi possível notar sinais claros de desequilíbrio naquilo que ele falava", contou o investigador do 3° Distrito Policial de Santos, Adriano Mattos, ao portal de notícias G1.

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