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A fim de evitar fraudes, Bilhete Único sem personalização terá limite de recarga de R$ 43; mudança também vale para cartões emitidos até 2013

Bilhete Único Comum sem personalização sofrerá mudança no limite de crédito
Marcos Santos/Fotos Públicas
Bilhete Único Comum sem personalização sofrerá mudança no limite de crédito

Os usuários do Bilhete Único Comum sem personalização terão limite de crédito menor para recarregar o cartão a partir desta sexta-feira (1ª), em São Paulo. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (30), pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) e pela SPTrans. 

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O objetivo da decisão é combater fraude dentro das estações e dificultar a compra e venda irregular de cartões do Bilhete Único pelos cambistas. “A medida tem como objetivo restringir o acesso de fraudadores ao Bilhete Único e a comercialização irregular de créditos e cartões, prática criminosa que onera o sistema municipal de transportes e o cidadão paulistano”, destacou nota divulgada pela SMT.

Com a mudança, o limite de crédito passará de R$ 350 para R$ 43 (valor de dez tarifas). A alteração passa a valer em fevereiro somente para cartões do tipo comum sem personalização, ou seja, sem dados pessoais impressos no bilhete, além de modelos do cartão para estudantes e Vale Transporte que foram emitidos até 2013.

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Porém, os usuários que tiverem saldo acima do valor previsto – ou possuirem esses outros modelos de bilhete – não precisam se desesperar. Os créditos e os bilhetes ainda poderão ser usados por quatro meses a partir de fevereiro. Após esse período, cartões com mais de R$ 43 de saldo não serão mais aceitos pelo sistema.

Para recuperar o crédito excedente não utilizado após os quatro meses, o usuário terá que solicitar um novo cartão através do site da SPTrans e retirá-lo em um posto de atendimento. Bilhetes de modelos novos personalizados não sofrerão alteração e continuam tendo limite de R$ 350 para créditos comuns.

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Junto com essa medida, outra portaria divulgada pela SMT determina que a SPTrans está liberada a cancelar o Bilhete Único  que for flagrado contendo recargas irregulares ou ilícitas, além de comunicar a infração à polícia.  

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