
Ligada diretamente às lutas comunitárias em áreas periféricas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Juliete Pantoja é assistente social e ativista política focada nos direitos à moradia. A militante constituiu sua atuação pública coordenando mobilizações populares urbanas antes de se lançar às urnas pelo UP.
Juliete nasceu em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense (RJ), em 18 de dezembro de 1989, e completa 37 anos em 2026. Ela cresceu numa família de trabalhadores do subúrbio.
Ela é filha de uma doméstica e costureira, origem que serviu de base para se integrar ainda na juventude, a projetos comunitários. Juliente também é mãe.
Serviço Social e liderança comunitária
A ativista política se formou como bacharel em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A escolha da graduação não foi ao acaso, mas foi alinhada diretamente ao exercício profissional na área que já desenvolvia: defesa dos direitos e apoio a comunidades em situação de vulnerabilidade.

Profissionalmente, Juliete trabalha como assistente social e é uma das lideranças do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Esta organização comunitária atua na defesa do direito digno à moradia e na organização de assentamentos urbanos regulares para famílias desabrigadas.
A assistente social lidera e coordena iniciativas comunitárias na capital do Rio de Janeiro, abarcando centros de apoio a mulheres que foram vítimas de violência e em unidades comunitárias de cuidados, proteção e educação de crianças pequenas em ocupações urbanas já estabelecidas no centro do RJ.
Trajetória política
Juliete Pantoja atua nos bastidores partidários da política brasileira há mais de uma década. Atualmente ela preside o diretório estadual do UP no estado fluminense. Só que a trajetória dela no meio começou muito antes. Aos 15 anos, Juliete já militava no âmbito estudantil e liderou movimentos sociais urbanos.
Ela integrou a Associação dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro (AERJ) na Baixada Fluminense. Desde essa época está envolvida na organização de assuntos ligados a direitos dos estudantes do ensino médio (secundaristas) da rede pública de ensino brasileiro.

Ela nunca foi eleita ou assumiu cargo eletivo até então, seja no Executivo ou do Lesgislativo. Ela estreia em distputa de grande porte nesse pleito de 2026, buscando ocupar a vaga do governo do estado do Rio de Janeiro pelo UP, partido que é filiada desde 2019.