Área na entrada do Ministério Público do Trabalho
Reprodução/ Correio Braziliense
Área na entrada do Ministério Público do Trabalho


A operadora de saúde Prevent Senior será alvo de mais uma investigação. O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai apurar se médicos que trabalhavam na empresa foram vítimas de assédio moral. Um grupo de profissionais relata que eles eram coagidos a prescrever remédios do "kit Covid" a pacientes sob ameaça de demissão.

Isso foi reforçado pelo médico Walter Neto, que prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia nesta quinta-feira (7), e pela advogada Bruno Morato , representante dele e de outros profissionais, que depôs na última semana.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o MPT também vai investigar a denúncia de que os médicos da Prevent foram obrigados a trabalhar mesmo com diagnóstico positivo para Covid-19. O órgão vai montar um grupo especial com seis procuradores para atuar nos dois casos.


Além do MPT, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia já abriram investigações contra a operadora de saúde. No senado, parlamentares chegaram a comparar os procedimentos feitos na empresa com o nazismo . A Prevent é acusada não só de disseminar o kit Covid para pacientes, mas também de ocultar registros de mortes por Covid-19 e de adotar cuidados paliativos para aqueles que não eram considerados terminais .

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