Tadeu Alencar, deputado federal
Reprodução: Câmara dos Deputados
Tadeu Alencar, deputado federal

futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, Flávio Dino , anunciou nesta quarta-feira (21) os últimos nomes que irão compor a pasta. Entre eles, está o deputado Tadeu Alencar (PSB-PE) como secretário nacional de Segurança Pública .

Alencar, de 59 anos, é formado em direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Ele é deputado federal desde 2015 pelo PSB de e já foi procurador da Fazenda Nacional e procurador-geral do estado de Pernambuco.

Além de Tadeu Alencar,  Dino também anunciou outros nomes que vão integrar o ministério. Veja:

  • Marta Rodriguez de Assis Machado, professora da Fundação Getúlio Vargas, como secretária nacional de política sobre drogas;

  • O deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) como secretário nacional de assuntos legislativos;

  • O coronel da polícia militar e ex-secretário da Administração Penitenciária em São Paulo Nivaldo Cesar Restivo como secretário nacional de políticas penais.

Nas últimas semanas, Dino já havia anunciado outros nomes para compor a pasta. Foram eles:

  • O delegado da Polícia Federal Andrei Rodrigues como novo diretor-geral da PF;

  • O jornalista Ricardo Cappelli como secretário-executivo do ministério – número dois na escala de comando, abaixo apenas do próprio ministro;

  • O auditor federal Marivaldo Pereira como secretário de Acesso à Justiça;

  • Diego Galdino como secretário-executivo adjunto da pasta;

  • Tamires Sampaio vai comandar o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci);

  • Wadih Damous como secretário nacional do consumidor.

Dino realizou substituição na PRF

Nesta quarta-feira (21), o futuro ministro da Justiça recuou e dispensou Edmar Camata do cargo de diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) . O ex-governador do Maranhão agora escolheu Antônio Fernando Oliveira para assumir a vaga.

Dino havia anunciado Camata na última terça-feira (20), em coletiva de imprensa. No entanto, o escolhido sofreu críticas do PT por já ter apoiado a Operação Lava-Jato, que prendeu o  presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2018.

“Tivemos uma polêmica nas últimas horas, e o entendimento meu e da minha equipe foi proceder a substituição”, disse Dino a jornalistas no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), sede do governo de transição, em Brasília.

Antônio Fernando Oliveira é formado em Direito e pós-graduado em Direito Tributário e mestrando em Ciências Jurídicas pela Universidade Autônoma de Lisboa. Ele é policial rodoviário federal desde 1994 e já chefiou a PRF no Maranhão.

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