“Pânico injustificado”, diz Mourão sobre carta pela democracia
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“Pânico injustificado”, diz Mourão sobre carta pela democracia

Na manhã desta segunda-feira (1º de agosto), o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) comentou sobre a carta Em Defesa da Democracia e da Justiça, que ultrapassou 500 mil assinaturas na sexta-feira (29). Na visão do general, “há certo pânico que não é justificado” sobre dos limites da democracia.

Mourão também saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PL). “Se critica muito a pessoa do presidente [Jair Bolsonaro], mas o presidente em nenhum momento buscou fazer alguma mudança que levasse a um desabamento do nosso sistema”, disse.

Segundo o general, as críticas do presidente sobre o sistema eleitoral são uma “retórica forte. “É só isso aí, uma retórica. As ações jamais foram nesse sentido. Então, eu acho que é um pânico desnecessário”, disse.

Divulgado na terça-feira (26), o documento “Carta aos Brasileiros e Brasileiras em Defesa do Estado Democrático de Direito” foi elaborado com o intuito de defender a democracia e as urnas eletrônicas. Sem citar nomes, o documento afirma que o Brasil “está passando por um momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições”.

Alexandre de Moraes no TSE

Na conversa com a imprensa na chegada ao Palácio do Planalto, o vice-presidente também falou sobre a posse do ministro Alexandre de Moraes para a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no próximo 16 de agosto.

Mourão disse que espera que o magistrado se “comporte de acordo com as regras”.

“Ele é o juiz e não tem VAR, tá? Então, ele tem que ser bem circunspecto e bem atento às coisas que tem que fazer. Eu vou evitar críticas diretas ao ministro do Supremo”, continuou.

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