Bolsonaro em viagem à Rússia
Alan Santos/PR
Bolsonaro em viagem à Rússia

O presidente Jair Bolsonaro (PL) falou pela primeira vez sobre o ataque da Rússia à Ucrânia na tarde desta quinta-feira (24). Sem se posicionar sobre o conflito, que teve início na madrugada com um ataque de mísseis russos a cidades ucraniana s, ele afirmou estar empenhado em proteger a população brasileira que vive na região.

"Estou totalmente empenhado no esforço de proteger e auxiliar os brasileiros que estão na Ucrânia", escreveu, nas redes sociais.

Bolsonaro reiterou também as mensagens que já haviam sido passadas pela Embaixada do Brasil em Kiev, Capital Ucraniana.

"Nossa Embaixada em Kiev permanece aberta e pronta a auxiliar os cerca de 500 cidadãos brasileiros que vivem na Ucrânia e todos os demais que estejam por lá temporariamente. Caso necessitem de auxílio para deixar a Ucrânia, devem seguir as orientações do serviço consular da Embaixada e, no caso dos residentes no leste, deslocar-se para Kiev assim que as condições de segurança o permitam", disse.

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"Disponibilizamos, ainda, para casos de emergência consular de brasileiros na Ucrânia e seus familiares, o número de telefone de plantão consular +55 61 98260-0610. Atenderemos todas as demandas com total empenho e prioridade."

Na semana passada, o presidente esteve em Moscou para um encontro com Vladmir Putin. Durante a reunião, disse que o Brasil estava "solidário" à Russa, posicionamento que gerou um desconforto com outros líderes mundiais.

Na avaliação do embaixador Cesário Neto, colunista do iG, fato do presidente não ter voltado atrás na questão após o ataque faz com que o Brasil continue sendo visto como "solidário" à invasão russa.

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