Hugo Leal (PSD)
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados
Hugo Leal (PSD)

Após acordo entre parlamentares, o novo parecer do Orçamento de 2022 prevê um total de R$ 4,9 bilhões ao fundo eleitoral para financiar as campanhas do ano que vem. O texto deve ser votado ainda nesta terça-feira na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, logo depois, referendado pelos plenários da Câmara e do Senado.

Depois de derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro a dispositivo que garantia um valor maior, de até cerca de R$ 5,7 bilhões, deputados e senadores acordaram um novo valor.

O relator-geral, Hugo Leal (PSD-RJ), sugeriu inicialmente em seu relatório o montante de R$ 5,1 bilhões, conforme antecipou O GLOBO. Preocupados com o impacto negativo da decisão perante a opinião pública, congressistas decidiram baixar a quantia para R$ 4,9 bilhões.

A diferença de R$ 200 milhões será usada para a área da educação, principalmente para a conclusão de obras inacabadas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

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Mesmo com o novo valor, o fundo eleitoral ainda terá a maior dotação desde que foi criado. A proposta enviada pelo governo sugeria R$ 2,1 bilhões. Nos últimos anos, a média usada para o fundo foi de cerca de R$ 2 bilhões.




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