Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão
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Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nessa quinta-feira o pedido de habeas corpus apresentado pelo caminhoneiro e youtuber Marcos Antônio Pereira Gomes , conhecido como Zé Trovão. Na solicitação, a defesa pede que ele cumpra prisão domiciliar, usando tornozeleira eletrônica.

Por determinação do ministro Alexandre de Moares, Zé do Trovão está preso desde do dia 26 de outubro. Ele virou alvo da Corte por comandar ameaças às instituições democráticas na convocação de “atos violentos de protesto” durante as manifestações organizadas no 7 de setembro. O bolsonarista está proibido, por ordem judicial, de se aproximar de um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes desde o dia 20 de agosto.

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Zé Trovão ficou conhecido por publicar vídeos defendendo o presidente Jair Bolsonaro (PL), chamava a população para ir a Brasília nos atos antidemocráticos do 7 de Setembro e exigia a "exoneração dos 11 ministros do STF". Em outras publicações, fez ataques à CPI da Covid, no Senado, além de ter participado de "motociatas" em favor de Bolsonaro. Zé Trovão também teria incitado os caminhoneiros na greve ocorrida em setembro.

Antes de ser preso, o youtuber ficou foragido por mais de um mês, quando se entregou à Polícia Federal de Joinville (SC) em 3 de setembro. A defesa de Zé do Trovão já havia apresentado ao Supremo o pedido de soltura do investigado, no entanto, a solicitação foi negada pelos magistrados.

Agora, os advogados do caminhoneiro pedem a reconsideração do pedido de habeas corpus feito anteriormente. Zé do Trovão é um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

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