Carlos Bolsonaro
Caio César/CMRJ
Carlos Bolsonaro

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do vereador Carlos Bolsonaro (Podemos). O parlamentar é investigado por supostas contratações de funcionários fantasmas em seu gabinete. 

Em agosto do ano passado, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) encontrou indícios de irregularidades nas contratações de funcionários feitas pelo gabinete do vereador , já em seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Rio, a partir de 2001. Os promotores sustentavam que o fato dessas pessoas morarem distante do local de trabalho “inviabilizaria o cumprimento das funções de assessoria parlamentar”.

Entre os investigados, havia funcionários que não apareciam na Câmara e outros que sequer tinham crachá de servidor. Havia também alguns que estudavam ou tinham outro emprego enquanto estavam nomeados no gabinete do vereador.


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O MPRJ abriu dois procedimentos para apurar o uso de funcionários fantasmas e a prática de 'rachadinha ' no gabinete do parlamentar. O órgão se baseou em duas denúncias feitas pela revista Época, em junho do ano passado, que diz que o filho do presidente empregou sete parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro.

Carlos Bolsonaro

Sobre o suposto esquema de rachadinha e enriquecimento ilícito, a defesa de Carlos Bolsonaro afirmou, em nota enviada ao portal G1, que "a aquisição do imóvel localizado na Tijuca já foi objeto de análise pelo MP no ic 3191 e foi arquivado em 2005, após análise das informações financeiras que demonstravam a compatibilidade com os rendimentos à época".  O vereador também declarou estar "à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos". 




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